O que é patrimônio?

O primeiro ponto é entender o conceito de justiça, que está relacionado aos bens, obrigações e direitos das organizações ou indivíduos. Há também patrimônio familiar, que está relacionado à propriedade de uma família, enquanto o patrimônio público pertence ao povo em geral. No nosso caso, vamos focar no aspecto do negócio, que é o aspecto ao qual a empresa pertence.

O que são bens?

Por isso, é necessário entender que bens com valor econômico para as empresas, ou seja, commodities que podem ser convertidas em moeda.

O que são direitos e obrigações?

Os direitos referem-se às transações comerciais da organização, ou seja, os direitos que a organização tem o direito de obter em decorrência de negociações, contratos, vendas etc. Por exemplo, parcelamento de produtos vendidos em lotes, juros a receber, aluguel de instalações, veículos ou equipamentos etc. As obrigações correspondem a todos os pagamentos efetuados pela empresa. Entre eles, temos dívidas com fornecedores, governos e outros credores, sendo essas dívidas originadas de cópias, créditos, impostos etc. Os pagamentos de salários de funcionários e serviços obtidos de terceiros também entrarão na conta.

Por que realizar a gestão patrimonial?

A gestão de ativos é importante para as empresas porque não apenas auxilia na gestão dos direitos organizacionais, mas também ajuda a controlar os custos relacionados aos ativos e obrigações empresariais. Ele também pode medir com precisão o nível de estoque, itens pertencentes à empresa e obsolescência, atraso ou depreciação de equipamentos.

A gestão de ativos é uma ferramenta importante para analisar corretamente os três itens acima: balanço patrimonial (BP). Essa afirmação é fundamental para orientar os gestores da região e as lideranças das áreas administrativa, financeira e contábil.

Com sua ajuda, o gerenciamento de ativos pode alcançar maior eficiência e controle. Desta forma, pode saber a quantidade e a quantidade de ativos da empresa (direitos e ativos) e passivos (dívidas e dívidas).

A gestão de fortunas também é importante para a reputação de uma empresa, porque sem ela, o desempenho financeiro de uma empresa pode ser comprometido ou questionado. Portanto, o controle correto dos ativos também é essencial para a operação transparente do projeto com o governo, parceiros e demais stakeholders.

Percebe-se que esse processo não deve ser desconsiderado, não só pelos motivos mencionados acima, mas também porque facilita a execução de outros procedimentos financeiros, como o planejamento orçamentário. Por sua vez, isso pode ser feito com maior precisão ao considerar os dados fornecidos pelas atividades de controle de ativos.

Isso porque em um determinado período, por meio de ativos qualificados e quantificados, obrigações e direitos, é possível prever os recursos que serão ingressados ​​ou necessários no próximo período. Basicamente, a estimativa do orçamento é baseada nas reais necessidades da empresa.

Quais são as etapas da gestão patrimonial?

A gestão de ativos pode ser feita em etapas, mas dependendo do departamento e das características da empresa, pode variar de empresa para empresa. Mas geralmente, pode seguir a seguinte estrutura:

Sistemas

Primeiro, lembre-se de procurar uma ferramenta técnica que ajude a controlar ativos. Com a utilização do sistema na região, as seguintes etapas desse processo podem ser otimizadas, pois proporciona maior agilidade na execução de procedimentos de controle de ativos fixos, correções cambiais e classificação de ativos.

Este software pode manter todas as informações relevantes sobre o gerenciamento de ativos de forma estruturada e organizá-las em relatórios úteis para os gerentes. Também deve estar bem integrado às soluções contábeis para auxiliar na geração dos relatórios e demais documentos exigidos.

Inventário dos bens

Depois de selecionar um bom software, é necessário listar todos os ativos da organização. Aqui, as mercadorias podem ser vistoriadas e depois identificadas por placas, adesivos ou cartões.

Também é recomendado registrar e descrever as características e localizações das instalações da empresa.

No entanto, deve-se ressaltar que essa etapa precisa ser verificada continuamente para verificar os materiais cadastrados, pois com o tempo, os objetos podem ser movidos, vendidos ou descartados. Você pode até mesmo obter outros itens e substituir outros itens.

Análise dos ativos

Nesta fase, o valor de cada ativo será verificado e identificado, e serão avaliados o valor justo (ou seja, o valor atual) e o valor residual (que se espera ser o valor ao final da vida útil). O custo de sua substituição também é observado, pois é necessário substituí-lo em um determinado período agora ou no futuro para dar continuidade ao processo a ele relacionado.

Avaliação dos bens

É importante analisar e verificar a vida útil de cada ativo do negócio para que se possa estimar quanto tempo ele pode ser utilizado. Aqui, é analisada a vida útil econômica, ou seja, o tempo que pode ser usado e a vida útil que foi usada – o tempo que foi usado.

É necessário estar atento ao estado de cada bem para verificar se sua vida útil não foi reduzida por manutenção, sobrecarga ou negligência. Se isso acontecer, você pode planejar maneiras melhores de manter e embalar ativos futuros, não apenas outros ativos.

Atualização do inventário

É necessário atualizar o valor monetário de cada item do ativo para que as ” partes ” que compõem o seu negócio possam ser controladas e monitoradas de forma mais eficaz. Portanto, é necessário considerar a depreciação de itens existentes no imobilizado da empresa.

Conciliação física e contábil

Nesta etapa, as informações existentes na base contábil são comparadas com os dados contidos no estoque real. Os itens contabilizados podem ser identificados aqui, mas não estão realmente incluídos no estoque da empresa. É também nesta fase que se observam os ativos que não possuem registros contábeis, mesmo que estejam na organização.

Esta reconciliação irá gerar alguns relatórios como excedente real, mercadorias reconciliadas e excedente contábil. Normalmente, após essas etapas, algumas empresas realizam os chamados testes de redução ao valor recuperável ou testes de recuperação de ativos. Ele tentou avaliar se os ativos da empresa haviam se depreciado.

O objetivo desse teste é garantir que o valor contábil registrado do ativo possa ser recuperado por meio de sua capacidade de vender ou usar a moeda ou receita gerada.